Eleitos em outubro são diplomados

Data: 19/12/2008 | Hora: 02:51 | Por: Leonardo Rodrigo


Com o salão do antigo SESI lotado, às 20h, foi aberta a solenidade de entrega dos diplomas aos que venceram as eleições municipais no dia 5 de outubro. O ato confirma o que foi dito pelos eleitores nas urnas, e agora, todos eles poderão assumir seus cargos no próximo dia 1º. A mesa foi composta de autoridades que representavam os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário de Moreno. Policias Militar e Civil, Católicos, Evangélicos e a Justiça Eleitoral também estavam presentes à mesa.

A cerimônia foi iniciada com um pequeno texto onde era abordado a responsabilidade que os eleitos iriam ter após assumirem seus cargos em janeiro. “Eles serão agentes da manutenção da harmonia, que farão de tudo para realizar benefícios em nome de todos”, dizia uma parte do foi lido. Depois do recado, o hino nacional foi executado pela orquestra da Policia Militar. Em seguida, os suplentes foram chamados para receberem seus diplomas, foram eles:

  • Carlos Costa
  • Edmilson Cupertino
  • Erinaldo Barbosa (Lau)
  • Maria do Carmo
  • Patrícia Brasil
  • Sean
  • Severino Cezário

Na seqüência, os vereadores eleitos foram chamados à mesa para receber o tão sonhado diploma. A ordem de chamada foi atribuída a quantidade de votos. O primeiro foi o Professor Joaquim, enquanto que o último foi o campeão nas urnas Romero. Cada um teve o direito de usar o microfone por até três minutos. E o discurso parecia um só: trabalho pela cidade.

Na seqüência o vice, Nino, e o prefeito reeleito também foram diplomados. Com a palavra, Edvard fez questão de ressaltar seu trabalho e o valor de sua equipe. E que nos próximos quatro anos Moreno irá entrar em uma fase de desenvolvimento. Finalizando a solenidade, a promotoria e o judiciário deram suas palavras. Dr. Maia, promotor de justiça da cidade, frisou muito bem que a eleição já passou e que os palanques devem ser desmontados. A prioridade deve ser o bem comum e que a oposição não deve ser sistemática, ser do contra apenas por ser. O juiz da comarca, Dr. José Anchieta, encerrou a cerimônia lembrando que estávamos celebrando uma festa democrática. Uma festa que não tinha cor, que não tinha partido. O único partido presente era a transparência do trabalho do poder judiciário, e que o diploma era a outorga que o povo deu aos eleitos para representá-los.

Por fim, foi feita a leitura da Ata da diplomação. A orquestra voltou a tocar e o jantar foi servido.

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